Um incidente com disparos de arma de fogo mobilizou a segurança presidencial dos Estados Unidos na noite deste sábado (25), após tiros serem ouvidos no hotel onde o presidente Donald Trump participaria de um evento com correspondentes, em Washington, D.C.. O líder norte-americano foi retirado às pressas do local, mas não ficou ferido.
Segundo informações divulgadas pelas autoridades, um homem armado tentou acessar o evento e acabou sendo detido após efetuar disparos. Um agente de segurança foi atingido, porém foi protegido pelo colete à prova de balas e recebeu alta hospitalar no dia seguinte.
O suspeito foi identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, morador da Califórnia. De acordo com o procurador-geral interino Todd Blanche, as conclusões preliminares indicam que o homem pretendia atingir integrantes do governo, “provavelmente” o próprio presidente.
As investigações apontam que o suspeito pode ter montado a arma dentro do hotel e que teria viajado de trem entre diferentes cidades até chegar à capital americana. A motivação do ataque ainda não foi esclarecida, e o homem não estaria colaborando com as autoridades.
O evento foi adiado após o incidente. Em declaração, Trump classificou o suspeito como um “lobo solitário” e afirmou que situações como essa exigem resposta firme das autoridades.
Líderes internacionais também se manifestaram. O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, expressou solidariedade e repudiou o ataque. O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, entrou em contato com Trump, enquanto o presidente da França, Emmanuel Macron, também comentou o episódio.
O suspeito deve ser formalmente acusado nos próximos dias por uso de arma de fogo em crime violento e agressão a agentes federais.
Foto: Reprodução/Redes Sociais