Terça-feira, 29 de Setembro de 2026

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Ponte entre Bento Gonçalves e Cotiporã motiva estudo de balsa e acesso provisório

A destruição de parte da ponte sobre o Rio das Antas, entre Bento Gonçalves e Cotiporã, levou a Prefeitura de Bento a buscar alternativas para manter o deslocamento entre as comunidades da região. Uma das possibilidades em estudo é a implantação de uma travessia provisória por balsa.

O assunto foi discutido em reunião realizada nesta terça-feira (29) entre representantes da Prefeitura de Bento Gonçalves e da Companhia Energética Rio das Antas (Ceran). O encontro tratou de medidas voltadas principalmente às comunidades de Linha Alcântara e Imaculada Conceição, próximas à Usina Hidrelétrica (UHE) 14 de Julho.

Durante a reunião, a Prefeitura solicitou à Ceran autorização para que veículos de emergência possam utilizar a estrada de travessia da empresa, localizada junto à UHE 14 de Julho e conhecida como estrada da barragem. A medida busca criar uma alternativa de acesso enquanto a ligação entre Bento e Cotiporã permanece prejudicada.

Balsa?

Além disso, o município informou que vai estudar a possibilidade de licitar uma passagem provisória por balsa no local. A Prefeitura também pretende cadastrar projetos para a construção de uma nova ponte. Tudo isso, segundo o Executivo, ainda está em fase inicial de debate e agora “o IPURB vai analisar as possibilidades.”

A ponte entre Bento Gonçalves e Cotiporã foi novamente atingida pela cheia do Rio das Antas na última semana. A força da água levou um dos tabuleiros da estrutura, agravando uma situação que já vinha sendo acompanhada após os danos provocados por eventos anteriores.

Participaram da reunião o prefeito Amarildo Lucatteli (PP); o procurador Gustavo Schramm; o secretário de Governo, Carlos Quadros; o secretário de Segurança, Gabriel Kellermann; a diretora do IPURB, Melissa Bertoletti; o presidente da Câmara de Vereadores, Anderson Zanella (PL); o vereador Thiago Fabris (PP); e o representante da comunidade, Alexandre Faccin.

Pela Ceran, participaram Paulo César Ribeiro e Cleonice Maravai Couto.

As medidas discutidas têm como objetivo criar alternativas de deslocamento, especialmente para serviços de emergência e atendimento às comunidades afetadas pela interrupção da travessia.

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