Vivemos momentos turbulentos na economia brasileira. Sempre vivemos é bom que se diga. Mas agora a situação parece crítica.
Há certa unanimidade que o Brasil passará por sérios problemas de caixa se não houver um governo federal que controle o gasto público e produza superávit primário (receitas maiores que as despesas, sem a conta de juros) para que sinalize a todos um controle das contas e se consiga baixar a taxa de juros SELIC que está na estratosfera.
Possivelmente, fui o primeiro a ver que o Brasil caminhava para uma ESTAGFLAÇÃO, ou seja, estagnação da economia com inflação.
Estagnação significa zero de crescimento ou muito próximo de zero. Escrevi isso em Março de 2023. Agora alguns colegas economistas estão se dando conta disso.
A previsão de inflação está aumentando.
Acertei.

Somente no dia 26/10, dia seguinte ao segundo turno, algumas ações na Bolsa de Valores do Brasil caíram uma enormidade. Veja lista de algumas das maiores quedas abaixo.

Já pensou num único dia sua empresa perder 50% do seu valor de mercado? E foram muitas que perderam quase isso na semana passada.
Não bastasse isso, o dólar está subindo.
Problema? Nenhum, nós não comemos dólar.


Errado. Todos nós sofremos com o efeito do dólar nos combustíveis, nos produtos importados, nos produtos com paridade internacional entre outros. Esses valores foram da quarta, 04.11.26 (escrevo esse artigo dia 05.11).
Quando soltarem os preços da gasolina e diesel que foi subsidiado agora por questões possivelmente eleitorais, quem segura os preços e a inflação? Com mais e mais juros?
E ainda tem a nova reforma tributária com a maior imposto de valor agregado do MUNDO e a escala 5×2 para assolar quem gera empregos e renda na economia.
Novamente, o povo brasileiro pagará a conta.
Podendo investir, procure ativos tangíveis. Não deixe no banco.
Se tiver uma empresa, invista nos clientes, em pessoas e em inovação.
Pense nisso e sucesso.




