A mudança de status no Modelo de Distanciamento Controlado obrigou os municípios da região de Caxias do Sul a aumentarem as restrições nos setores do comércio, indústria, serviços, entre outros, considerados não essenciais.
O decreto passa a valer nesta terça-feira, 14 e visa tentar diminuir a circulação de pessoas. Confira as novas regras:
Agropecuária
- Produção e serviços relacionados à agricultura, pecuária e produção florestal sofrem redução no teto de operação a 50% dos trabalhadores.
Alojamento e Alimentação
- Restaurantes, padarias e lanchonetes deixam de operar na modalidade presencial, ofertando serviços apenas por meio de tele-entrega, pegue e leve ou drive-thru.
- Hotéis, por sua vez, passam a operar com apenas 40% dos quartos disponíveis.
Comércio
- Comércio varejista não essencial (de rua, centro comercial e shopping): fica permitido o comércio eletrônico e a tele-entrega na bandeira vermelha
- Comércio de combustíveis: maior teto de operação nas bandeiras vermelha (75% dos trabalhadores)
- Podem operar estabelecimentos que vendem itens essenciais, como medicamentos, produtos de higiene pessoal, alimentação e transporte.
- Farmácias, supermercados têm operação reduzida a 50% dos trabalhadores.
- Comércio atacadista de itens não essenciais deixa de atender na modalidade presencial. O teto de operação é reduzido a 25% dos trabalhadores, com atendimento exclusivo via tele-entrega, pegue e leve ou drive-thru.
Educação
- Atividades de cursos livres ficam suspensas.
- Ensino superior, pós-graduação e ensino médio concomitante: fica permitida a realização de estágio final obrigatório para estudantes da área da saúde (assistentes sociais; biólogos; biomédicos; profissionais de educação física; enfermeiros; farmacêuticos; fisioterapeutas; fonoaudiólogos; médicos; médicos-veterinários; nutricionistas; odontólogos; psicólogos; e terapeutas ocupacionais), respeitando o teto de 50% dos alunos e 50% dos trabalhadores.
Indústria
- Construção de edifícios, obras de infraestrutura e serviços de construção, por serem considerados essenciais, sofrem apenas redução na operação, passando para 75% dos trabalhadores.
Saúde
- Serviços de saúde humana não são afetados, mas se recomenda a postergação de consultas eletivas.
- Serviços de veterinária têm a atividade reduzida para 50% dos trabalhadores.
Serviços
- Fecham todas as atividades relacionadas à arte, cultura e lazer
- Academias e clubes atendimento individualizado em espaços de “mínimo de 16 m² por pessoa”.
- Parques, jardins botânicos e zoológicos são fechados para atendimento ao público.
- Serviços religiosos em templos igrejas e similares máximo de 30 pessoas
- Serviços de higiene pessoal (cabeleireiro e barbeiro): podem funcionar com 25% dos trabalhadores e o atendimento deve ser individualizado, por ambiente (distanciamento de quatro metros entre clientes).
- Serviços de imobiliários, de consultora e administrativos passam a atender somente via teleatendimento, com no máximo 25% dos trabalhadores presentes no estabelecimento.
- Bancos e de advocacia têm atendimento presencial restrito, com no máximo 50% dos trabalhadores.
- Serviços de lavanderia e de reparo e de manutenção de objetos, considerados essenciais, permanecem abertos aos clientes, mas com teto de operação reduzido a 25% dos trabalhadores.
Serviços de Utilidades Pública
- Serviços de utilidade pública não sofrem alteração na operação com a vigência da bandeira vermelha, dado sua essencialidade. Seguem atuando com 100% dos trabalhadores.
- Estabelecimentos devem respeitar o número máximo de pessoas por ambiente permitido com o distanciamento mínimo obrigatório entre pessoas, isto é, respeitar o teto de ocupação.
- Escritórios pequenos: limite de ocupação de um ambiente pode levar a um estabelecimento ter menos trabalhadores atuando presencialmente de forma simultânea, mesmo com a operação de 100% autorizada.






Respostas de 2
Parabéns ao prefeito de Bento.
Com a paralisação do comércio entra mais Dinheiro no cofre da prefeitura..
Nosso querido governador em conjunto com os prefeitos, estão querendo acabar com nosso Rio Grande….
Hospitais forçando Morte de covid 19 pra poder receber mais verba do Governo.
Uma verdadeira vergonha..
A mesma palhaçada que acontece aí no RS, acontece aqui em SC, com prefeitos querendo decretar fechamento total em varias cidades. Será que ninguém percebe o golpe, o disparate? Vai todo mundo aplaudir essa besteira? Quando, em 30 anos de SUS, o sistema de saúde funcionou no país? Pelo amor de Deus, abram os olhos!