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Caso de criança agredida por professora é investigado em Bento Gonçalves

Um caso de agressão contra uma criança de quatro anos está sendo investigado pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) de Bento Gonçalves. Segundo informações, a professora da criança teria cometido as agressões na sexta-feira (10). De acordo com a mãe, o menino tem Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e está em investigação para Transtorno do Espectro Autista (TEA).

A criança frequenta uma escola conveniada com a Prefeitura de Bento Gonçalves. Segundo relato da mãe em rede social, o filho teria sido agredido dentro da instituição e ficou com os braços “totalmente roxos e inchados”. Ela informou que registrou um boletim de ocorrência. Ainda conforme a mãe, ela participou de reuniões com a direção da escola e chegou a ser informada de que a profissional envolvida seria desligada da instituição. No entanto, posteriormente, teria recebido a informação de que a decisão depende da mantenedora, sediada em Brasília. Desde o episódio, o aluno não estaria frequentando as aulas por medo de encontrar a professora e sofrer novas agressões.

A Secretaria Municipal de Educação (SMED) de Bento Gonçalves informou que tomou conhecimento do fato no início da tarde desta quarta-feira (15) e entrou em contato com os familiares e com a direção da escola conveniada ao município para o encaminhamento das providências cabíveis.

“A SMED esclarece que a profissional envolvida não integra o quadro de servidores do Município, atuando em uma instituição de ensino conveniada. A Secretaria acompanha o caso de perto, presta o suporte necessário à família e já recebeu a comunicação do desligamento da professora da escola. A SMED reforça, ainda, a importância de que situações dessa natureza sejam comunicadas imediatamente à Secretaria, para que as medidas administrativas cabíveis possam ser adotadas com a agilidade necessária”, diz a nota oficial.

A criança passou por exame de corpo de delito, e o caso seguirá sendo investigado pela DEAM. Há, ainda, suspeitas de que a mesma professora também tenha cometido agressões contra outras crianças. O Conselho Tutelar também foi acionado para acompanhar o caso.

Imagens: Arquivo pessoal

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