No segundo dia de vistorias emergenciais, realizado no sábado, 11, o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Fabricio Galvão, testemunhou de perto os estragos devastadores causados pelas recentes enchentes na Serra Gaúcha. A BR-470, especialmente o trecho entre os municípios de Veranópolis e Bento Gonçalves, na Serra das Antas, foi duramente atingida, tornando-se um dos pontos mais críticos da região.
Acompanhado pelo diretor de Infraestrutura Rodoviária, Fábio Nunes, pelo diretor de Planejamento e Pesquisa, Luiz Guilherme Rodrigues de Mello, e pelo superintendente do DNIT no RS, Hiratan Pinheiro da Silva, além de uma equipe de engenheiros e técnicos, Galvão testemunhou os estragos na cabeceira da ponte sobre o Rio das Antas, que foi completamente levada pelas águas.
“Aqui ficava a rodovia que não existe mais”, comentou o diretor-geral, visivelmente impactado pela magnitude da destruição causada pelo evento climático. “Presenciamos o tamanho do impacto desse evento climático no Rio Grande do Sul e o tamanho do nosso desafio. Queremos reiterar que o DNIT continuará trabalhando exaustivamente na reconstrução das rodovias federais no estado”, disse.
A pior enchente já registrada no estado deixou um rastro de devastação ao longo da BR-470, tornando urgente a intervenção do DNIT para restaurar a vitalidade da importante via de transporte.
A expectativa é de que a reconstrução do trecho leve mais de um ano e meio para ser finalizada.






Respostas de 10
Não seria viável a construção de uma via férrea de Bento Gonçalves a Veranópolis ? Seria uma viagem útil para o transporte das riquezas da região e pela beleza da paisagem serviria como uma atração turística tbm., o que proporcionaria mais uma fonte de renda.
No Japão uma obra dessas fica pronta em três dias . Só pode ser piada dizerem que vai levar 18 meses. É necessário que sociedade e imprensa abram os olhos nessas obras .Cheiro de corrupção iminente isso sim.
Tem que mudar o trajeto. Pensar grande. Nada de estradas de carroças antigas asfaltadas nas encostas. Vai continuar chovendo. Pensar em túneis e viadutos. Resolver de uma vez por todas.
Se cada um desse pegasse uma enxada e outro uma pá, com certeza teriam mais utilidade e a obra sairia mais rápido.
Vejam o exemplo de Vila Cristina, em Caxias do Sul. Em 7 dias a iniciativa popular +privada reconstruiu a BR 116, possibilitando o acesso à cidade…
Na BR-304 no Estado do Rio Grande Norte, uma enchente levou uma Ponte na cidade de LAJES -,RN , isso aconteceu no início de Abril, o DNIT prometeu de fazer um desvio , na lateral da ponte que foi arrastada pelas águas, até o final de abril, passou Abril e já entrou em maio e agora o DNIT tá pretendo de entregar essa desvio amanhã, dia 17/05/24.
Pela foto da pra imaginar no mínimo uns três anos para arrumar a estrada,todos de mão no bolso e braços cruzados.
O certo seria mesmo fazer a construção de túneis.
Sera que adianta refazer a estrada enquanto persiste o desmatamento e os cursos d’água são destruídos? Eis uma conta que jamais fechará.
Sou gaúcha e volta e meia, passávamos por ali,área enorme de preservação ambiental,grande quantidade de vegetação nativa e daí como explicar isso tudo?