A Serra Gaúcha, assim como todas as regiões do Rio Grande do Sul ficará na bandeira preta do Distanciamento Controlado do Governo do Estado por mais uma semana. O anúncio foi feito na tarde desta sexta-feira, 26, pelo Comitê de Crise Estadual, que manteve as 21 regiões em risco máximo, com altíssima taxa de ocupação hospitalar e velocidade de propagação da covid-19. Esta será a quinta semana consecutiva em que a cor do mapa fica na cor escura.
Conforme o governo, esse já é o mapa definitivo, sem possibilidade de envio de pedidos de reconsideração, devido à gravidade do cenário. Também segue suspensa a Regra 0-0, a partir da qual municípios sem registro de óbito ou hospitalização de moradores nos últimos 14 dias poderiam adotar protocolos de bandeira vermelha. A cogestão regional, por sua vez, está permitida.
A análise dos dados dos 11 indicadores do modelo de Distanciamento Controlado desta semana mostra relativa estabilidade no total de internados em UTI (-1,8%) e redução nos casos confirmados com Covid-19 em leitos clínicos (-11,5%). O número de óbitos, porém, ainda foi crescente (+4%), atingindo total de 1.824 nos últimos sete dias.
Considerando o aumento de 2,5% no total de leitos de UTI existentes e a diminuição de 1,7% no número de internados, houve redução da razão de leitos de UTI livres para cada ocupado. Essa redução, no entanto, não é suficiente para que a situação do RS seja considerada estável.

Cogestão regional
A retomada da possibilidade de cogestão regional se deu na segunda-feira, 22, a partir de anúncio feito pelo governador Eduardo Leite na sexta-feira, 19. O sistema permite a adoção de protocolos distintos daqueles de bandeira preta, mas tão ou mais rígidos do que os da bandeira imediatamente anterior (neste caso, a bandeira vermelha).
Na esteira da retomada da cogestão, o governo do Estado também prorrogou a suspensão de atividades não essenciais das 20h às 5h até 4 de abril aos fins de semana e feriados.
Além disso, aos fins de semana e feriados, fica determinada a restrição de atividades presenciais durante todo o dia. As exceções são os serviços essenciais, como farmácias, supermercados e comércio de materiais de construção e demais exceções que já constam no atual decreto de suspensão geral de atividades (Decreto 55.789).






Uma resposta
Sai fora cambada de sem vergonha vão plantar batata na beira do asfalto deixar o povo trabalhar e viver