O Tribunal do Júri da Comarca de Novo Hamburgo condenou, nesta quinta-feira (9), Ayrton da Silva da Fonseca, de 32 anos, pelo feminicídio de sua companheira, Franciele Greff Mentz, cometido em 2025. O réu foi sentenciado a 41 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado. Ele seguirá preso.
O julgamento foi presidido pela Juíza de Direito Bruna Casagrande Siebeneichler, da 1ª Vara Criminal da Comarca.
A sessão plenária teve início às 9h e contou com o depoimento de três testemunhas de acusação e duas de defesa. Ao final, o Conselho de Sentença reconheceu que o feminicídio foi cometido com recurso que dificultou a defesa, por meio cruel e na presença da filha da vítima, de cinco anos.
Atuou na acusação o Promotor de Justiça Robson Jonas Ribeiro e, na defesa do réu, a Advogada Dativa Magda de Araújo Prates.
Caso
Segunda a acusação, na madrugada de 12 de abril de 2025, Franciele foi morta a facadas dentro da residência onde vivia com o companheiro no bairro Santo Afonso, em Novo Hamburgo. Após o crime, ele deixou o local e, mais tarde, apresentou-se à polícia. O casal mantinha um relacionamento de dez anos e tinha uma filha de cinco anos, que estava na residência no momento dos fatos.





