O Brasil é sempre pródigo por criar sempre soluções mágicas e monstros. Ultimamente, nem tanto dos primeiros mas, sim, do segundo. Grandes monstros estão sendo gestados que ainda vamos todos pagar a conta muito rapidamente, ainda no ano que vem.
O Frankenstein a que me refiro é a BOMBA FISCAL que as promessas eleitorais estão colocando no colo de todo povo brasileiro.
É fato que as medidas e promessas de campanha do presidente atual, apelidadas de “pacote de bondades” na reta final da disputa eleitoral desse ano podem gerar um impacto financeiro de quase R$ 300 bilhões (mais precisamente 298,4 bilhões) de acordo com dados oficiais da Instituição Fiscal Independente (IFI). Podendo ser somadas a outras promessas, esse número sobe mais ainda.
Primeiramente, sou da opinião que nenhuma ação de elevação dos gastos públicos pudesse ser sugerida ou endossada pelos governantes depois de 6 meses antes das eleições.
Além disso, todas essas promessas têm impacto muito grande nas contas públicas do país. Esse montante agrava a percepção de risco fiscal, refletidas nas projeções oficiais do próprio governo, que já revisou a estimativa de déficit primário efetivo para 2026 para R$ 80,9 bilhões.
Se isso se concretizar, teremos mais problemas econômicos para os próximos anos, independente de quem esteja à frente da economia do país.




Esse Frankenstein criado pode trazer riscos e consequências:
- Paralisação Silenciosa: O cenário pode levar a uma interrupção de programas, atrasos em repasses a estados e municípios e dificuldades na execução de serviços essenciais, assemelhando-se a uma paralisação administrativa (shutdown).
- Reação do Mercado: A falta de credibilidade fiscal pressiona a curva de juros futuros (com taxas do DI de longo prazo em alta) e mantém o dólar e a inflação sob estresse, travando o crescimento econômico do país.
Venho dizendo há muito nesse espaço que o populismo barato dos políticos custa caro e tem que acabar nesse país. Mas isso está longe de ser realidade.
Pense nisso e sucesso.




