Após a divulgação de um vídeo feito por uma mulher, que se diz filha de um paciente internado no Hospital Tacchini, acusando a casa de saúde de negligência e falta de atendimento médico e informando que administrou medicamentos escondidos da equipe médica, a instituição divulgou nota informando sobre o ocorrido. As imagens correram grupos de WhatsApp nesta sexta-feira, 5 de março.
Nas imagens, que circulam pelas redes sociais, a mulher acusa o hospital de não utilizar medicamentos que, segundo ela, salvariam muitas vidas. No vídeo, ela critica os médicos de não utilizarem a hidroxicloroquina, ivermectina, azitromicina, medicamentos sem eficácia comprovada contra a doença, no tratamento do pai, internado após contrair a covid-19. Durante as filmagens, dentro da instituição, ela acusa o hospital de negligência. “Horrível é se negar tratar as pessoas com remédio que dá resultado. É pura negligência. Nós temos o tratamento que resolve. Eu estou aqui no hospital com o meu pai e se ele não teria recebido a medicação certa estaria indo para a UTI”, dando a entender que deu medicamentos ao paciente fora das prescrições médicas.
Em nota, o Tacchini esclareceu a situação e pontuou que a prática realizada pela familiar, de administrar medicamentos sem o conhecimento prévio da equipe médica, pode acarretar em prejuízos da saúde do paciente. “O hospital alerta que essa prática representa um perigo real ao paciente, uma vez que as interações entre as drogas administradas pela instituição e as oferecidas pela própria acompanhante de forma clandestina são desconhecidas e podem causar reações adversas graves, dependendo do caso”, observa.
Foto de Capa: Divulgação Tacchini






Respostas de 17
Absurdo. Desrespeito com a ciência e principalmente com os profissionais do Tacchini, que estão trabalhando além dos limites para salvar vidas. Minha solidariedade à toda a equipe do Tacchini.
Se o familiar do paciente se responsabiliza porque não administrar?
Fica em casa então, para que médico se a filha sabe tudo??desocupe o lugar por gentileza…que ridículo…
Conversando hoje dia 05/3 com alguns médicos, dizem que estas medições amenizam os problemas causados pela Covid
Reduzindo as intervenções.
No Tachini pedem pra vc tomar Tylenol e se piorar retornar no hospital.
Fui em um médico particular e me receitou as medicações acima mencionados.
Temos um Medicamento para tratamento precoce e os Médicos e Hospitais se recusam a usar. Uma vergonha..
Tudo por Dinheiro..
O Rio Grande do Sul já Recebeu do Governo Federal mais de 7.5 bilhões de reais
Cadê esse dinheiro?
Acho melhor vc se informar sobre verbas federais, pois pelo jeito você desconhece como funciona, se vc acha certo tomar medicações não recomendada pelos órgãos de saúde, fique em casa, não tire vaga dos outros…simples assim…
É a tal da politização da doença. Se o medicamento fosse o suficiente, poderia tratar em casa não no hospital, deixando um leito livre para quem precisa. Políticos fazem ciência e a população só precisa de pão, o circo já está pronto.
Levou o pai no hospital para que então? Pra colocar a culpa da possível morte do pai em alguém? Se achava que já sabia o que dar, que nem leva-se, e o medicase em casa mesmo. Mas se ele viesse a falecer? Aí o pepino aperta né? Os trabalhadores do hospital, sem excessão são heróis, estão na ponta da navalha todos os dias, e você vem criticar? Não vai lá então.
Perfeito Sandro Panizzi!
As pessoas perderam a noção . Negacionistas , ignorantes , querem saber mais que os medicos. Triste!
Acho que se ela tem convicção do que diz, o melhor caminho seria ela procurar o MP-Ministério Público fazer uma denúncia e pedir uma investigação, simples assim.
Se soubessem quantas vidas foram salvas, por conta do tratamento preventivo, que deixou de ser administrado nas UPAs e, coincidentemente, os casos aumentaram expressivamente, pensariam…
Se há comprovação de que evita complicações mais sérias, há necessidade de comprovação científica, em um momento de guerra como esse?
Respeito demais os profissionais da saúde, que também recebem ordens nas instituições, mas dizer pra gente voltar quando estiver com falta de ar, parece o mesmo que dizer: “quando estiver quase morrendo”. Para refletir…
A minha secretária pegou Covid e o Tachinni receitou dipirona e mandou pra casa. Fez uma consulta particular com o Dr Adriano que receitou azitromicina, invermectina e Zinco. Se curou!!! Se não tivesse ido no médico particular teria morrido…
Pelos comentários é inacreditável que as pessoas ainda acreditem que esses remédios fazem efeito. Vai precisar morrer muita gente para entender o que estamos passando. Os bentanços se superam a cada dia. Que Deus tenha misericórdia de nós .
Se tu pegar Covid vai num médico particular e depois vem aqui nos contar o que ele te receitou. No Tachinni é dipirona e Tylenol…
“Foi tua fé que te curou”. Esse ensinamento tem mais de 2.000 anos. Se precisamos de uma ajudinha para despertar nossa Fé, seja qual nome for, hoje se chama Ivermectina, Azitromicina e outras, não importa. Nas pesquisas científicas as vezes, temos a mesma quantidade de curados com placebo em relação ao medicamento testado. A Fé do prescritor junto com a Fé do paciente, reforçada por um placebo cura muito. Não é só a religião que traz esse ensinamento, a Ciência está descobrindo, muito lentamente, o poder curativo da Fé..
Certa está ela mesma! Esses remédios evitam que a doença fique mais grave. Numa situação dessa de Covid, é uma atitude de desespero para tentar salvar a vida de nossos entes queridos.
Equipe Focus
focus@focus.jor.br
O título do estudo já manda uma mensagem direta e bem objetiva: “Tratamento ambulatorial precoce de pacientes sintomáticos devem ser intensificados imediatamente como a chave para a crise pandêmica”. Hidroxicloroquina + azitromicina + zinco é o tratamento sugerido nessa fase. O documento, publicado no prestigiado American Journal of Epidemiology, é assinado por Harvey A Risch, membro do Departamento de Epidemiologia da Escola de Saúde Pública de Yale, New Haven, Connecticut, EUA.