ENCONTREI O IVO
No sábado pela manhã, no APOLO da VICO, em meio a sacolas, no caixa, encontrei o empreendedor e investidor Ivo Siviero. Se não é o maior, é um dos três maiores do setor imobiliário. Há tempos que não o via, coisa de 10-15 anos. Tá bem o Ivo, me confidenciou que esta semana completaria 88 anos de vida. Sobre o trabalho, em torno de sua LEX EMPREENDIMENTOS, falou “larguei; de vez em quando vou lá tomar um chimarrão”. “E dar a benção”, pensei.
A NOVA CÂMARA
A ideia de construí-la brotou na gestão do Presidente Rafael Pasqualotto. Como “quem cala consente”, todos os Vereadores a consentiram. Na primeira crise existencial que o empreendimento viveu houve Vereador que me falou “eu não era a favor da construção”, assim não, né! A obra iniciou, fundamentada em que era preciso fugir do caráter intimista, inclusive “insalubre” diz o atual Presidente Zanella. Tudo ia bem, dinheirinho aqui, verba da Câmara vinda da Prefeitura, investimento acolá. Tudo ia bem até que houve rompimento das relações entre o Prefeito Diogo e o Presidente Pasqualotto, opositores no palanque eleitoral e até “inimigos pessoais”, viraram, diria eu, diante de observações colhidas. Aí então veio o inevitável, o Prefeito cortou a remessa dos recursos para a Câmara no montante habitual e acordado e a obra parou, por longo tempo. Na campanha política o Prefeito declarou que, se reeleito, “utilizaria o prédio da Câmara para colocar uma escola”, um disparate verbal retaliador, penso eu. Reeleito o Prefeito Diogo, as coisas mudaram também na Câmara; o Vereador Anderson Zanella, do PP, coligado a Diogo, então do PSDB, foi eleito Presidente. No lugar das hostilidades, veio a colaboração, o dinheiro voltou a aparecer, as obras reiniciaram, e a ideia do Colégio sucumbiu. Zanella deu um ligeirão e aquele prédio, meio esquisito em sua estética, ficou pronto, salvo alguns detalhes finalizadores. O povo está julgando a obra em torno da qual anunciou-se gastos de 28 milhões, presumo que tenha sido investido mais, não importa mais, o que importa agora é tirar o máximo de proveito dele, muito além de ser sede operante dos Vereadores, que se reúnem uma vez por semana. Pensa muito bem o Presidente Zanella em tornar o prédio MULTIUSO, sediando eventos e ser também palco de trabalhos de ordem comunitária. Vamos ver. Por enquanto, houveram visitações, uma reunião simbólica, do Legislativo e, nada de “roubar a cena” do processo eleitoral”. Inauguração mesmo, só no dia 11 de outubro, dia do aniversário do município. A comunidade está interpretando a obra como “suntuosa demais”, “oportuna”, ao invés da denominação que lhe cairia bem, como “CASA DO POVO”, veio a denominação “PALÁCIO ERNESTO GEISEL”, bento-gonçalvense, eleito Presidente do Brasil. No período revolucionário, por indicação, mas eleito Presidente. A oposição, na Câmara, prepôs, em contrapartida, que o Parque da Fenavinho, Parque de Eventos, Fundaparque, Meu Deus, quantas denominações para o mesmo local, passe a ser denominado de Dr. Ervalino Bozetto, pois, como se sabe, se não fosse pelo aval dele, não teríamos hoje o patrimônio valioso desse Parque que pertence à Prefeitura, mas que está em comodato para a FUNDAPARQUE. Assim, na Avenida Costa e Silva, outro Presidente revolucionário, teremos o PALÁCIO ERNESTO GEISEL, o PALÁCIO DA SEGURANÇA, a JUSTIÇA DO TRABALHO, o FÓRUM e, quem sabe, no atual prédio do SESI, fala-se nisso, o PALÁCIO MUNICIPAL (PREFEITURA). Aí, de repente, quem sabe, irão tirar aquele painel que roda publicidade o dia inteiro, irão deslocar a rua coberta para o Centro e irão impedir estacionamento de ônibus em frente ao museu e ao hotel, que causa transtornos ao trânsito. Votos de afirmação e realizações aos Vereadores na Casa Nova. Que ela venha acompanhada de novas ações, novas realizações, de renovações, de criatividade, de inovação, sempre tendo em mente que “O PODER EMANA DO POVO E EM NOME DELE SERÁ EXERCIDO”.
A GIGANTE LUDFOR
Ela brotou discreta e poderosa na ALAMEDA FENAVINHO, mas nasceu no Centro. E foi mostrando seu gigantismo fundamentado na “geração de valor, no atendimento personalizado, na sinergia com pessoas, nas soluções renováveis e inteligentes, bem como na promoção e desenvolvimento das comunidades”. Esse compromisso está impresso no rico relatório da empresa, conduzida pelo seu Diretor Executivo, Douglas Ludwig, que convida a todos “a seguir junto fortalecendo um setor elétrico cada vez mais sustentável, inovador e colaborativo”. Atuando na geração, comercialização e gestão do consumo de energia a LUDFOR tem 500 milhões em investimentos de ativos em geração próprios; 10 mil unidades consumidoras atendidas; 393 usinas sob gestão; 3 mil grupos econômicos distintos; 350 especialistas em energia e 15 escritórios no Brasil. Uma gigante, nos orgulha tê-la entre a gente, registro inclusive os “mimos” enviados, ilustrando o relatório.
A HISTÓRIA DA FIFI
Vacas escutam música, de forró a clássicos. E produzem mais leite, em fazenda no ES. Cerca de 30 vacas de uma fazenda no Espírito Santo estão produzindo mais leite desde que passaram a ouvir músicas durante o manejo e a ordenha. Uma das estrelas desse curral é a vaca Luana, que produz cerca de 200 litros de leite por semana. Quando eu presidia o ESPORTIVO, idos de 1998, em determinado jogo, fizemos o sorteio de uma vaquinha que a denominamos de “Fifi”. A compramos porque, não produzindo mais leite, ela seria enviada para abate. Estádio da Montanha cheio, contabilizamos 3.800 pessoas, muitas crianças, a vaquinha seria sorteada para os adquirentes de ingresso, como de fato foi. Passados 30 dias, eu estava na sede do Clube quando recebi a visita de um morador do Bairro Glória, ele me pediu licença para contar uma história: “meu neto, de 6 anos, que mora comigo, levantou e disse vô eu sonhei que tinha ganho a FIFI, vamos pro Estádio que eu vou ganhar. Por três dias ele insistiu, eu comprei os ingressos, fomos pro Estádio E ELE GANHOU A FIFI, ela está lá em casa na garagem, meu neto a alimenta, dá água, fala com ela, mas ele disse que ela precisa de espaço. Então eu vim aqui, para ver se o Senhor não fica com a vaquinha, quem sabe para sortear ela de novo”. Sensibilizado com a comovente história, e também preocupado com o futuro da FIFI, fiquei com ela, sem saber o que eu faria depois. Paguei ao senhor o mesmo valor que havia pago por ela. Chamei o meu grande parceiro na minha gestão, o “GUARDA CAMPO FERRI”, e troquei ideia. Ele me disse “se o senhor quiser eu coloco ela no sítio que tenho lá na LINHA FERRI”. “Tem gramado, lá?” perguntei. “Tem”, respondeu ele. “Então é tua, de presente, coloca ela lá”. E assim aconteceu. Passados uns 4 meses, entra o FERRI no meu gabinete e brada “tenho uma notícia boa!” “Em meio a tantos problemas aqui uma notícia boa é bem-vinda, qual é, amigo Ferri?”. Ele me olhou e disse: “a FIFI está dando 12 litros de leite por dia!” “Como tu conseguiu?” “Bom pasto verde, bom trato”, ele respondeu e quis dividir comigo a produção diária de leite, o que eu não aceitei. Vejam o que aconteceu: salva por mim do sacrifício, acarinhada pelo piá de 6 anos por 30 dias, bem alimentada e cuidada pelo FERRI, a FIFI retribuiu com 12 litros de leite por dia, 84 por semana, história que me comove até hoje, 20 anos depois do fato.
ROCK NO RIO
Rock in Rio terá ‘população’ maior que a de 94% dos municípios brasileiros. Festival deve receber 100 mil fãs por dia, gerar quase 34 mil empregos e reunir mais de 1,3 mil artistas em sete dias de shows. Ainda faltam dias para o primeiro show, mas a Cidade do Rock já começa a ganhar forma na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Quando os portões forem abertos, o espaço deve receber cerca de 130 mil pessoas por dia — entre público e trabalhadores —, população superior à de aproximadamente 94% dos municípios brasileiros. Construída em uma área de 385 mil metros quadrados, equivalente a cerca de 54 campos de futebol, a Cidade do Rock prevê 45 shows internacionais, entre os dias 4 a 7 e 11 a 13 de setembro. Entre as atrações, Foo Fighters, Elton John, Maroon 5, Stray Kids, Calvin Harris, Gilberto Gil, Twenty One Pilots e Ivete Sangalo.
PATINETES – MOTOS – BICIS
Pesquisa com mais de 15 mil vítimas de acidentes na Inglaterra e no País de Gales mostra que lesões cerebrais são proporcionalmente mais comuns entre usuários de patinetes elétricos do que entre motociclistas e ciclistas. Cirurgiões de trauma têm atendido lesões que contam uma história diferente. Acidentes com patinetes elétricos podem causar traumatismos graves na cabeça, danos a órgãos internos e fraturas complexas — às vezes após o que parece ter sido uma simples queda. Por que patinetes elétricos podem causar lesões graves? Uma possível explicação para esse padrão de lesões está na forma com que os patinetes elétricos são projetados e conduzidos. Os usuários ficam de pé, o que lhes dá um centro de gravidade relativamente alto. As rodas são muito menores do que as da maioria das bicicletas, enquanto o guidão tem um ponto estreito para o condutor controlar o veículo. Isso torna o capacete particularmente importante. Entre os condutores de patinetes elétricos gravemente feridos incluídos no estudo, cerca de 6% foram registrados com uso de capacete, em comparação com 45% dos ciclistas e 76% dos motociclistas.





