“A BOLA NÃO ENTRA POR ACASO”
Quem ainda não leu esse livro – “A Bola Não Entra por Acaso”, de autoria de FERRAN SORIANO, sugiro que o faça. Soriano transformou o Barcelona em um dos mais festejados e promissores clubes espanhóis. Em sua gestão, profissionalizou o clube, refez a estrutura de negócio e hoje é certo afirmar que o Barcelona é uma empresa em ascensão. Baseado nessa experiência, ele escreveu o livro “A bola não entra por acaso”. Muito mais do que um livro de futebol, é um livro sobre gestão. É sobre como transformar empresas de qualquer segmento, mudar carreiras e dar um novo objetivo a cada uma das pessoas que deseja ser um profissional de sucesso.
E DEVERIA SER LEITURA OBRIGATÓRIA
Sim, o livro de Ferran Soriano deveria ser de leitura obrigatória para qualquer pessoa que tivesse pretensões de administrar um CLUBE DE FUTEBOL, em qualquer cargo ou função e tenha como meta obter sucesso. O que se viu na CBF nas últimas décadas foi nada mais do que o reflexo do festival de sucessivas más gestões. A eliminação nesta Copa do Mundo foi apenas mais um insucesso. E no que diz respeito aos clubes, vale o mesmo: seus dirigentes não leram e, portanto, não aplicaram os ensinamentos de Ferran Soriano.
SERÁ QUE PODERIA TER ENTRADO?
Sei que muitos atribuíram o fracasso contra a Bélgica ao erro primário cometido por Bruno Guimarães ao chutar o pênalti à meia altura (sonho dourado de cada goleiro) ou ao de Endrick, que poderia ter driblado, facilmente o goleiro, pois estava na corrida e qualquer ginga para a direita seria fatal, antes de chutar (obviamente com o pé direito). Mas, quem mandou Bruno chutar? Endrick é atacante AMBIDESTRO com suas pernas? Não? Então não pode ser chamado de “CRAQUE”. E, certamente, se as lições de Ferran Soriano fossem aplicadas em TODOS os clubes, o TREINAMENTO seria feito de forma completa, total, absoluta. Como?
TREINAR É TUDO!
Quem que assiste e torce durante um jogo de futebol não se irritou, profundamente, diante de erros grosseiros de jogadores, tais como DOMINIO DE BOLA, arremesso lateral, batida de escanteios e faltas, bem como passes verticais? Será que há treinamentos intensos como coisas elementares do futebol como as que mencionei acima? Aqui, no Brasil, desde que alguma anta decidiu que os treinos deveriam ser fechados, não se sabe se isso tudo é treinado à exaustão. Quem lembra do Valdomiro, que era exímio batedor de faltas, como Nelinho, Neto, Tita, Zico e outros, sabem o quanto eles treinavam faltas, depois dos treinos normais. Valdomiro era um jogador de médio para baixo. Treinando, chegou à seleção brasileira. Simples assim! Na Europa e em muitos outros continentes e países jogadores TREINAM muito. E aqui? Muitos caminham em campo, em “zona de conforto”.
ENQUANTO ISSO…
Pois é, enquanto a Copa do Mundo acontece e o trumpo, que se julga o “dono do mundo”, interferiu num jogo, “escalando” ao arrepio da lei e dos regulamentos elementares do futebol, o jogador Folarin Balogun dos EUA, EXPULSO por Rafael Klaus, árbitro brasileiro e, mesmo assim, tomou QUATRO na cola pela Bélgica. E trumpo, foi “condecorado” pela FIFA, do Infantino, com o PRÊMIO DA PAZ. Duvido que alguém, em pleno uso das suas faculdades mentais básicas, concederia prêmio DA PAZ para o sujeito que está destroçando a economia do MUNDO com sua guerra contra o Irã, sem contar com todas as suas atitudes belicosas mundo afora. Alguém se surpreenderia se o trumpo baixasse decreto concedendo o título de campeão do mundo para a seleção de Israel e Infantino obedecesse?
SERÁ QUE ALGUÉM PRESTARÁ CONTAS?
Muito se tem ouvido, lido e escrito sobre o custo do Palácio da Vereança bento-gonçalvense. Os números são desencontrados e isso dá margem a especulações ao gosto de quem quer palpitar. Mas, considerando-se que o dinheiro que está sendo gasto (alguns dirão que é “investimento”, mas isso só é atribuído para o que dá retorno ao investidor, não?) na obra, o mínimo que se espera é que seja tudo seja publicizado e da melhor forma possível, ou seja, que sejam fornecidos para a imprensa divulgar esses números, obviamente DEPOIS do aval do ministério público. E nem comentarei a aprovação do nome de um ditador, com vasto currículo não recomendável para um país democrático, considerando-se que o mínimo que os “REPRESENTANTES DO POVO”, como se denominam, deveriam ter feito era obter a opinião de quem PAGA ESSA CONTA, ou seja, nós, POVO, para ser o nome do Palácio do Povo, digo, dos vereadores.





