CHAMEM OS “JÊNIOS”!

Há quanto tempo, mesmo, se ouve, lê ou vê os “jênios” da economia afirmando, categoricamente, que os governos “gastam mal”, “não sabem gastar”, “abusam no populismo dos gastos” e outras coisinhas mais, do gênero? Aliam-se aos “jênios” políticos e adesistas que fazem oposição ao governo de plantão, seja ele quem for. Mas, QUANTOS desses “jênios” DIZEM, MOSTRAM, APONTAM QUAIS OS GASTOS que precisam ser contidos ou evitados ou eliminados? Com raríssimas e honrosas exceções, NENHUM!

CHAMEM OS “JÊNIOS”! II

Esses “raros”, que não abraçam partidos políticos e corruptos de estimação, não hesitam em comentar, com números e dados comprováveis, QUAIS os gastos e custos que podem e DEVERIAM ser contidos ou eliminados. E esses gastos são escancarados. Mas, claro que os ‘beneficiários” desses gastos não gostam que isso seja publicizado. O motivo é a NATUREZA deles, que são os juros da dívida pública, os quais estão próximos do TRILHÃO DE REAIS ANUAIS, com a taxa de juros a quase 15% ao ano.

E TÊM MAIS …

Alie-se à taxa SELIC também as renúncias, desonerações, isenções fiscais, que superam QUATROCENTOS BILHÕES ANUAIS. E apenas essas duas “peneiras” drenam mais dinheiro público do que os investimentos em infraestrutura, política públicas, serviços essenciais e sociais. Mas, os “jênios” da economia e políticos insistem em não ver ou fingir não ver isso. Claro que há, também, outros gastos que não deveriam existir, como os BILHÕES de verbas partidárias e eleitorais; os BILHÕES em emendas parlamentares federais e estaduais cujo destino é, não raro, “incerto e não sabido”, além de outros que não têm previsão legal e constitucional. E o pior ainda está por vir: estamos em ano ELEITORAL e com uma guerra ridícula, absurda, idealizada por um megalomaníaco. Deus nos acuda!

E HÁ TAMBÉM…

os que combatem e abominam a que decidiram chamar de “taxa das blusinhas”, que foi criada a pedido de múltiplas entidades EMPRARIAIS por um motivo óbvio-ululante: o comércio DO EXTERIOR, que era ISENTO de imposto e, com preços em patamares impossíveis de competição pela indústria e comércio brasileiros, com toda tributação incidente. Empresas e empregos submetidos a alto risco, mas, mesmo assim, um imenso bando de “reis das redes sociais” detona o Congresso e o governo por criarem um “impostinho” fajuto, perto do que são submetidas as empresas nacionais que precisam repassar aos consumidores. Pois é…

E SE PREOCUPAM COM…

O Brasil escancara gastos de prefeituras, estados e União, bem como os respectivos parlamentos. Mas, os “brasileiros” de plantão nas redes sociais, que têm nelas suas fontes de informações “fidedignas”, se preocupam e detonam governantes que gastam dinheiro público em viagens internacionais com amplos benefícios para o Brasil como um todo. A Feira Internacional Hannover Messe é a maior feira de tecnologia industrial do mundo e nessa edição tem o BRASIL COMO PARCEIRO e protagonista, com mais de 140 empresa brasileiras expositoras e mais de 800 executivos. Mas, para os “jênios” das redes sociais, o que importou foram os 812 mil gastos em hospedagem pela comitiva presidencial. E teriam a mesma “preocupação” se o governo fosse de outra facção.

FALTOU O QUÊ, MESMO?

Sábado, dia de início de um feriadão. Famílias de todos os tamanhos – casais, com filhos, com sogras ou etc. – se deslocando aos milhares pelas rodovias do Estado, com destinos variados. Claro que o fluxo do trânsito era intenso e de fácil previsão, com boa antecedência. Mas, eis que neste sábado, às 12h15min, eu e a minha Bete nos deslocamos em direção a Caxias do Sul, via ERS-444 e acesso à 453, Garibaldi-Farroupilha. De repente, “SURPRESA”: a rodovia estava com congestionamento. E digo “surpresa” porque li informações da empresa de que não haveria intervenções na RS-453 COM IMPACTO NO TRÁFEGO.

BOM SENSO, TALVEZ?

Cancelei a ida a Caxias. Retornei e fui para os Caminhos de Pedra, entrando em direção a São Miguel. Claro que ainda há trechos de terra para chegar em São Miguel, mas era a melhor opção no momento. Um tempo em São Pedro e peguei a ERS-448 em direção à RS-453. Estava com trânsito trancado. Retornei e fui para o Santuário de Caravaggio, com a intenção de constatar até onde a tranqueira estava. O trânsito fluía normal em direção a Bento Gonçalves. Rodei alguns quilômetros e, claro, me deparei com tranqueira na altura da fábrica de sucos. Aí me perguntei: QUEM será que teve a “brilhante” ideia de fazer obras NÃO URGENTES na RS-453, justamente NUM FERIADÃO? Se alguém souber, gentileza informar. O cara merece um troféu.

ÚLTIMAS

Primeira: O inacreditável, atualmente, não são as falsidades, mentiras escabrosas que são postadas nos esgotos fétidos das redes sociais. Inacreditável, mesmo, é se constatar que “papagaios” as repassam sem CHECAR a veracidade, apenas porque as fakes “combinam” com suas “cabeças feitas”; Segunda: E por falar em “inacreditável”, a desembargadora Eva do Amaral Coelho, do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, que conquistou salário líquido, em março, de “módicos” 91 mil reais, teve a ousadia de afirmar que “…daqui a pouco magistrados estarão trabalhando em regime de escravidão”; Segunda: O motivo dela ter dito isso foi o fato dos “penduricalhos” estarem sendo contidos por decisão do STF e tramitando no Congresso Nacional. Segundo informações que circulam Brasil afora, ela não ficou ruborizada depois de dizer esse disparate; Terceira: Alô, atenção, marcianos! O governo federal, em com conjunto com estaduais, reduziu e até zerou impostos sobre os combustíveis, objetivando conter os AUMENTOS indevidos e abusivos praticados por algumas distribuidoras e postos. Mas, só os marcianos acreditam que os preços serão contidos. Já os terráqueos sabem bem o que os espera; Quarta: Ainda da série “inacreditável”, já se percebe, claramente, que “interésses” eleitoreiros se sobrepõem até mesmo aos fatores que afetam os índices inflacionários que, sem dúvidas, prejudicam a vida da maioria esmagadora dos brasileiros. E essa maioria prejudicada não dá a mínima importância, mesmo sabendo disso. Masoquismo ou burrice? Quinta: Noticias dão conta de que a agência reguladora “estuda” aumento nas tarifas de pedágios. Nós, que pagamos R$ 46,80 para percorrer 89 km de Bento a São Leopoldo não seremos afetados, né? Ou seremos? Sexta: Pelo que se constata, o fator “equilíbrio técnico” é ignorado pela CBF nas competições futebolísticas. A troca de mando de campo favorece, escancaradamente, estatisticamente, o adversário do “vendedor do mando”. Será que não há nada que impeça esses “benefícios” de uns em detrimento de outros? Ou “locupletemo-nos todos”, de uma vez por todas, é o que se pode esperar?