Terça-feira, 30 de Junho de 2026

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Decisão impede Estado de aderir ao programa de escolas cívico-militares

Uma ação civil movida pela Intesindical – Central da Classe Trabalhadora e pelo 39º Núcleo do Cpers Sindicato e acatada pelo juiz Murilo Magalhães Castro Filho, da 7ª Vara da Fazenda Pública, impede que o Governo do Rio Grande do Sul dê continuidade ao programa de escolas cívico-militares. A decisão foi proferida com base nas alegações dos autores do pedido e também do promotor de Justiça José Francisco Seabra Mendes Júnior, que emitiu parecer em 27 de junho sobre o tema.

De acordo com a ação movida, o decreto que criou o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim) na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro apresenta ilegalidades. O advogado que entrou com o pedido é o ex-governador do RS, Tarso Genro. Em sua defesa, ele sustenta que a as normas que gerem o Pecim prevê “emprego de oficiais e praças das polícias militares e dos corpos de bombeiros militares, para atuarem nas áreas de gestão educacional, didático-pedagógica e administrativa”.

Até o momento, o governo estadual ainda não se manifestou sobre a decisão.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Respostas de 3

  1. Sinceramente!o PT faz de tudo pra acabar com o que está dando certo nesse país, esse é o partido que veio pra acabar com tudo que faz bem a sociedade.

  2. São os educadores profissionais que devem educar os alunos das escolas. Os militares não têm formação para isso e têm uma educação que deixa muito a desejar para uma sociedade democrática. Faria muito bem aos militares uma educação da cidadania orientada por educadores democráticos. E as escolas públicas não foram feitas para ensinar a bater continência, obedecer ordens, mexer com armas, pintar meio fio, nem para resolver os problemas no grito e com uso do constrangimento e violência.

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