As chuvas que atingem o Paraná desde o fim de semana e o feriado elevaram a vazão do Rio Iguaçu, nas Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu (PR). Logo, nesta terça-feira, 13 de outubro, o volume chegou a 10,5 milhões de litros de água por segundo. Dessa maneira, o pico foi na manhã de segunda-feira, dia 12 de outubro, quando a vazão atingiu 11,8 milhões de litros por segundo, o maior volume registrado até então em 2026.
A Urbia+Cataratas, concessionária responsável pela gestão da visitação turística do Parque Nacional do Iguaçu, segue um protocolo de segurança para períodos de cheia do Rio Iguaçu.
Por isso, desde domingo, dia 11 de outubro, a passarela das Cataratas do Iguaçu está interditada. Logo, na segunda-feira, dia 12 de outubro, o Circuito São João e o Espaço Usina também fecharam preventivamente. E com isso, o mobiliário do Espaço Usina foi retirado para evitar danos e perdas.
N a manhã desta terça-feira, dia 13 de outubro, desmontaram as grades da passarela para garantir a livre passagem da água. Logo, a Trilha das Cataratas permanece aberta à visitação, mas o mirante inferior do Espaço Naipi está interditado.

Logo, a previsão é que a vazão do Rio Iguaçu possa atingir 13 milhões de litros por segundo nas próximas horas.
Assim, as equipes de segurança e operação realizam os procedimentos de segurança do parque. Dessa maneira, com atuação principalmente dos bombeiros civis.
Como funciona o protocolo de segurança
Monitoramento da vazão: as equipes técnicas acompanham diariamente o volume do Rio Iguaçu. Em situações de vazão elevada, o monitoramento acontece a cada hora.
Interdição da passarela: quando a vazão ultrapassa 8,5 milhões de litros por segundo e apresenta tendência de aumento, a passarela das Cataratas fecha preventivamente à visitação.
Retirada das grades: quando a vazão está entre 9 milhões e 12 milhões de litros por segundo, com tendência de alta, retiram-se as grades da passarela para garantir a livre passagem da água.
Reabertura da passarela: A reabertura da passarela depende de a vazão atingir, no mínimo, 8,5 milhões de litros por segundo, além da avaliação da equipe técnica e da autorização de um engenheiro especializado.




