A Polícia Federal indiciou 17 pessoas por suspeita de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa em um esquema de desvio de recursos da área da Saúde no Rio Grande do Sul e em São Paulo. As investigações apontam que os crimes teriam sido cometidos por meio do Instituto Riograndense de Desenvolvimento Social Integrado (IRDESI).

Segundo a PF, a organização social administrava postos de saúde nos municípios de Jaguari (RS) e Embu das Artes (SP) até o mês de novembro. O presidente do instituto foi preso preventivamente no final do último mês durante uma operação policial e está custodiado no Complexo Penitenciário Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande (MT).

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