Já não é de hoje, mas em especial no mundo corporativo, dentre os atributos para crescimento na carreira profissional, logicamente aliado ao conhecimento e responsabilidade, tem a proatividade como fator decisivo na escolha de quem sobe as escadas, de quem, olha lá, fica no meio do caminho e de quem sai pela porta…
A proatividade, de uma forma bem simples ao meu conceito, é àquela velha e boa vontade aliada a uma visão além da porta, o tal “pensar fora da caixa” de hoje.
Se no mundo corporativo o pensar fora da caixa, o ser proativo faz a diferença, imagina se tivéssemos isso de nossos governantes e representantes do povo na esfera política; embora, façamos justiça, sempre há àqueles que se diferenciam positivamente, logo não podemos coloca-los todos dentro da mesma caixa…
Contudo, há de se dizer que, enquanto no mundo corporativo a inovação é fator decisivo na concorrência, na esfera pública não há concorrência, ou seja, mesmo com uma má administração, o Estado até enverga mas não quebra, pois sempre irá buscar caixa fora do caixa para tapar o furo da mesma.
E quando encontramos inovação no serviço público, que dádiva, em especial àquele onde de fato medimos a eficiência da gestão pública, há nesses parcos momentos, um sentimento de alinhamento com o mundo real fora da caixa, simples assim.
Imaginem então o Estado MÍNIMO fazendo o MÁXIMO pelo caixa que recebe, o que não é pouco, já seria uma inovação daquelas!
Aliás, PIOR DO QUE NÃO SER PROATIVO É SER REATIVO!
Exemplo recente temos a denúncia via internet publicada pelo influenciador conhecido por Felca, o qual acusa outro influenciador digital de exploração de menores, exposição infantil e a chamada adultização.
Bastou o assunto bombar na internet, O LEGISLATIVO já correu, projeto para cá, projeto para lá, é censura, não é censura proibir tais postagens…já está servindo até de bandeira ideológica…uma verdadeira caixa de pandora, cuja tampa será difícil fechar.
Mas vamos lá, uma coisa é certa, esse assunto não é novidade, pior, exposto aos quatro ventos nas redes sociais, me pergunto, onde estava a aplicação do ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente, onde estava o Conselho Tutelar, onde estava o aparato da Justiça, onde estava o ESTADO? Dentro da caixa???
Em evidência o LEGISLATIVO, o qual não teria sido ao menos ATIVO e célere relacionado a um problema que ataca a semente da sociedade, crianças e adolescentes.
Mas são tantos outros, a vitrine está na internet, basta os legisladores saírem da caixa…,mais fácil, uma dica, aumentem o volume da caixa e ousem ouvir certas “músicas”, não precisa intepretação.
Uma verdadeiro crime, uma verdade nua e crua!
Vamos em frente!