Os governos do Brasil vem costumeiramente prometendo muito e entregando pouco. As narrativas vem tomando lugar das entregas.

Já faz tempo que o nosso país é o país do futuro. Já estamos cansados de sempre esperar para o amanhã, um amanhã que nunca chega.

Governos e governos vão se sucedendo em nosso país somente com promessas quase sempre vazias. Nossos últimos 45 anos foram pródigos em não termos quase nada para orgulhar as futuras gerações.

O populismo do Brasil, assim como de muitos países ao redor do mundo, tomou conta de nosso país.

Promessas de um amanhã melhor somente para ganhar eleições foi a tônica do populismo que ainda toma conta de nossos governantes.

Em 1980, a posição do Brasil no ranking global de PIB per capita ( por pessoa ) em paridade do poder de compra (PPC) era a 48ª. Em 1990, era a 57ª. Em 2000, a 71ª. Em 2025 seremos a 87ª. e em 2030, projeção de sermos a 89ª. Só piorando, portanto.

Isso significa que estamos ficando mais POBRES em comparação com o resto do mundo.

A fome a e a miséria insistem em permanecer por aqui potencialmente alicerçadas em políticas públicas que não incentivam a educação e o desenvolvimento pessoal. Insistimos em dar o peixe e não ensinar a pescar.

Saneamento básico estamos com níveis abaixo da linha mínima do básico, do básico do básico.

Plano de desenvolvimento desse país não existe. O governo de plantão sempre insiste em pensar só na próxima eleição e não há caminho definido de como trilhar um futuro melhor.

É cada um por si.

Nosso país está somente fazendo barro.

Busque forças dentro de você, participe, se possível, dos debates públicos para ajudar mas nunca dependa dos governos. Entregam pouco ou quase nada e só querem aumentar impostos.

Pense nisso e sucesso.

Adelgides Stefenon é economista, mestre em marketing, consultor nacional e internacional, professor universitário por 25 anos e proprietário da Prestige Imóveis Especiais.