Preso, esse é o sentimento que tenho de nosso país diante das notícias que tomam espaço de destaque, seja na mídia nacional, seja mundo afora.
O mais triste é saber que o Brasil poderia não correr, melhor que isso, voar, conquistar o espaço que é merecedor, mas tropica em si mesmo, gira em torno do próprio eixo, se eterniza ao pseudo país do futuro que não chega e não chegará enquanto cometer os mesmos erros do passado.
Pessimismo?
Quisera assim fosse, mas não, basta ver que os personagens das notícias não mudam, os egos se chocam de tão inflados, e o que tem que ser feito não acontece, pois vivem num mundo de plástico bolha, num gerúndio sem fim do “estamos vendo”, “estamos fazendo” e a incompetência disso tudo não gera futuro, gera atraso, gera fome, gera pobreza, gera injustiça e suas mazelas.
O país do futuro vive ao meu sentir acorrentado a três grandes figuras da República: a ideologia que envenena e envergonha a liturgia do cargo de chefe de Estado, a frustração de um ex-presidente pela eleição perdida e a política que destila dentro da toga, deixando a justiça cambaleante, embora, estranhamente pareça cair sempre para o mesmo lado, tipo um MM para chamar de seu.
Quem espera que a solução venha pelo país do Mickey, cuidado, até parece ser a chave em inglês, porém, não nos esqueçamos de que a amizade não tem preço.
Diante desse cenário de personagens com papéis inconfundíveis, embora com múltiplas roupagens, não sejamos ingênuos, nosso mundo é real, não estamos na magia da Disney, mesmo que o ingresso possa parecer gratuito, uma mera ilusão.
Contudo, trata-se unicamente de interesses, logo, ainda vale o ditado: amigos, amigos, negócios a parte, pois ao final dessa história, “alguém” haverá de pagar o pato…pois ele certamente irá cobrar e caro, sem pena!!!
Mas quem teria a chave das correntes que aprisionam este jovem país de nome Brasil, condenado injustamente a viver na ilusão de um futuro cujo presente se prende aos erros do passado?
Uma pergunta que vale o futuro é mais do que um presente e não tem uma resposta fácil.
Ouso apenas a dizer que a chave existe, repousa entremeio aos pratos do Congresso Nacional, sim, acredite, ainda há esperança.
Tais mãos que vierem a girar a chave, serão lembrados no futuro pelo seu passado, diga-se, mais do que quaisquer dedos!!!
Vamos em frente!