Essa é a primeira coluna de 2026. Como fiz muitas vezes, na última coluna de um ano e na primeira do ano, procuro mostrar caminhos para o ano todo com os temas que, acredito, serão os mais importantes dos destinos econômicos, em primeiro lugar, e políticos para o ano todo.
Fiz assim no ano passado quando coloquei as fotos de Trump, Lula e Maduro na primeira coluna do ano pois acreditava, ainda em janeiro/25, quando Trump ainda não tinha tomado posse, que haveria embates com o presidente do Brasil (pois estava “batendo boca” toda hora com o presidente americano) e com o assunto Maduro/Venezuela. Acertei em cheio pois depois vieram as tarifas, QUE CONTINUAM EM VIGOR DE 40%, perda de vistos e lei Magnitsky, entre outras, culminando com a ação americana retirando Maduro do país.
Para esse ano, creio que posso sintetizar nas figuras abaixo e alguns assuntos que serão a tônica para nosso país em 2026.



Trump ainda definirá os passos do Mundo, inclusive, atualmente com o tarifaço em pleno vigor em 40% (mesmo a mídia se esforçando a dizer que o tarifaço caiu); o presidente do país, já diminuindo as palavras contra os EUA, terá que decidir de que lado está (do capitalismo e países liberais ou países mais ditatoriais e socialistas), terá que decidir se concorre ou não (eu já escrevi que ele não concorreria, mas só o tempo dirá) e a eleição em si com Flávio Bolsonaro no jogo, quer como candidato a presidente ou coordenando algo do lado liberal com Tarcísio ou não, lado do maior liberalismo econômico, da redução do estado na economia.
Além disso, saliento de suma importância os desdobramentos de 2 escândalos que relembram os piores momentos da corrupção nesse país (mensalão, petrolão, lava jato), que, como escrevi ano passado ainda, querem colocar embaixo do tapete:


Ainda teremos que pagar o rombo dos CORREIOS e torcer para que o governo federal reduza a DÍVIDA PÚBLICA brasileira (coisa difícil de acontecer num governo de esquerda) sob pena de termos grandes problemas econômicos a partir de 2027, criando condições para redução da taxa de juros, além de uma reforma tributária que poderá penalizar o setor de serviços e criar uma centralização demasiada de poder no âmbito do governo federal.
Sintetizo como DESAFIADOR e DECISIVO o ano de 2026.
Pense nisso e sucesso.
Adelgides Stefenon é economista, mestre em marketing, consultor nacional e internacional, professor universitário por 25 anos e proprietário da Prestige Imóveis Especiais.