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O novo “gigante” dos residenciais

Cristiano Migon
Escrito por Cristiano Migon

Responsável pela realização do sonho da casa própria de mais de 580 famílias, os edifícios do Residencial Dom Inácio I e II, no bairro Aparecida, são os novos gigantes dos complexos habitacionais da cidade. Integrante do programa Minha Casa, Minha Vida, as 28 torres, com 20 apartamentos cada, foram finalizadas em dezembro de 2014. Até então, o detentor do título era o Residencial Novo Futuro, no bairro Ouro Verde, com 420 apartamentos.

Construídos objetivando a facilitação na aquisição de imóveis para pessoas com baixa renda, o complexo foi a luz no fim do túnel de centenas de bento-gonçalvenses que penavam para pagar o preço cobrado pelo aluguel na cidade. Um exemplo é Daiane Leci Rigon, de 33 anos. Mãe de três filhos, a autônoma morava de favores na casa de parentes antes de conseguir o financiamento para ter sua casa própria. “Não me envergonho em falar que vou passar 30 anos pagando o apartamento e os móveis, era meu sonho, batalhei muito para conseguir isso e estou feliz que finalmente tenha se tornado realidade”, comenta.

A história de Daiane se assemelha à da costureira Marli Dall’Agnol Silva, 46. Descrevendo-se como muito persistente, a mãe de João Vitor e Amanda, 7 e 9 anos, revela já ter passado por necessidades por culpa do aluguel. “Esses edifícios são uma benção em minha vida, ser mãe solteira, ganhando salário mínimo e ter dois filhos para sustentar não é uma tarefa fácil. Graças a ajuda de amigos e parentes, hoje tenho moradia, que embora não tenha muitos móveis dentro, posso chamar de minha”, relata.

Leia mais na edição impressa do Jornal Semanário deste sábado, 7 de março. 

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