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Medo e estragos na enxurrada

Da Redação
Escrito por Da Redação

Foram 30 minutos de chuva e vento intensos no final da tarde de quarta-feira, 25, e os problemas são aqueles que a cidade já deveria ter se acostumado a conviver. Mas, quem é que aprende a conviver com o medo e a água invadindo sua residência?

Desta vez as principais queixas estão localizadas nos bairros Ouro Verde, Zatt e São João, zona norte da cidade. A intensa ocupação urbana e a falta do devido acompanhamento na infraestrutura com troca das tubulações acabam trazendo prejuízos. É o caso da rua Nelino Domenico localizada logo abaixo de onde antes ficava o campo de futebol e agora estão sendo realizadas obras da praça do PEC, no Ouro Verde. Ali a reportagem do Semanário encontrou o secretário de Obras, Sérgio Gabrielli, desolado e fotografando o enorme buraco que se abriu engolindo metade da rua. “Trabalhamos a tarde toda aqui para reparar os estragos da última chuva, mas enquanto não se conseguir trocar toda a tubulação não vai ter jeito”, dava explicações a moradores que reclamavam da situação.

Na rua acima, a Calisto Oreste Sganzerla, o morador Marcos Rigue, mostrava as obras que precisou fazer na entrada de sua garagem e no pátio, tudo para evitar que o terreno vire uma piscina a cada enxurrada. Em ambos os casos a explicação é a mesma: houve intensa ocupação do solo na parte alta do bairro sem a devida substituição do encanamento. A água escorre formando verdadeiras cachoeiras morro abaixo sem respeitar muro, cerca ou residência.

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