Assunta De Paris

Mãe, a esperança do mundo!

O nosso Município teve a sua reconstrução do povoamento, isto é, a chegada de seus primeiros povoadores, numa realidade baseada em dificuldades e de muita esperança e fé.

A formação de uma família, com alicerces em grandes valores, foi fundamental, para vencer obstáculos e construir o que somos hoje: um povo de grandes valores e uma riqueza de uma cultura baseada no trabalho e na prosperidade.

As mães no início do povoamento não tinham um pré-natal, nem um acompanhamento no parto. Eram apenas orientadas por pessoas mais velhas ou seja, de pessoas que haviam vivido as experiências.
“Ser mãe para elas, era pura ternura e uma benção de Deus”.

Hoje as motivações e as transformações das famílias podem ser as mais diversas, com um olhar para a realidade de “situações críticas internas e pressões externas à família”.
“A família é um lugar onde podemos amar com a alma e o coração”.

Não existe livros que ensinam como as pessoas possam fazer da família um lugar só de experiências favoráveis. Não há “manuais de amor em família”.

O mundo e a sociedade precisam de mães para renovar os valores nas famílias…

Poesia:
Mãe! Quem é você?
Se estou feliz quantas vezes eu te esqueço!
Se estou triste, quentas vezes eu te procuro.
Mãe, é de você que exijo pequenas coisas só para satisfazer minhas comodidades.
Mas, é a você que eu peço ajuda nos momentos mais difíceis!
Mãe! É para quem eu guardo o abraço maior e a maior ternura!
Mãe! VOCÊ É AMOR DIVINO E HUMANO!

Dia das Mães! É o dia da bondade, maior que toso o mal da humanidade, purificada num amor fecundo. Por mais que o homem seja um ser mesquinho, enquanto a mãe canta junto a um bercinho… cantará a esperança para o mundo…

Um feliz e abençoado Dia das Mães.

Sobre o autor

Assunta De Paris

Assunta De Paris

Historiadora e colunista do Jornal Semanário há 30 anos.
redacao@jornalsemanario.com.br
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